Imagem do centro da Via Láctea pelo Observatório CHANDRA de raios X. Essa foto mostra a suposta atividade de um buraco negro supermassivo que ocuparia o centro de nossa galáxia. A região brilhante representa uma faixa de emissão de raios X de cerca de 1 ano-luz de comprimento e a cerca de 1,5 anos-luz do buraco negro. Terá sido fruto da atividade do buraco negro a alguns milhares de anos atrás. Observa-se lóbulos cruzando do lado esquerdo inferior da foto até o lado direito superior. Tais lóbulos, cujas temperaturas chegam a cerca 20 milhões de graus Célsius, de dimensão de 12 anos-luz refletem a atividade do buraco negro a alguns milhares de anos atrás.

Foto obtida com o Telescópio Hubble de uma Anã Branca e sua “companheira”, provavelmente o primeiro planeta extra-solar fotografado. Ref. Nature News Service, 14/05/04.



Composição de inúmeras poses do centro da galáxia (campo de cerca de 1") obtidas pelo período de 20 anos pelo grupo de cerca de 90 pesquisadores intitulado GRAVITY Collaboration. As imagens foram obtidas no telescópio VLT do Observatório ESO, no Chile. O espetacular é o movimento elíptico da estrela próxima do centro denominada S2. No centro encontra-se um buraco negro de massa equivalente a 4 milhões de sóis. Ela apresenta uma variação em seu espectro compatível com a previsão da Teoria da Relatividade Geral, e somente ela, a teoria, pode descrever esse comportamento. É a primeira vez na história que um fenômeno observado tem descrição exclusiva na TRG. Viva Albert Einstein, em que seus acertos e até seus erros trouxeram implicações cruciais na física!